Qual é a diferença entre incubação e aceleração?

No setor de empreendedorismo inovador existem diferentes modelos de apoio a novos negócios. Quem está chegando nesse universo agora pode ficar perdido sobre o papel de uma pré-incubadora, incubadora e aceleradora. 

Para te explicar a diferença entre esses três conceitos e qual se encaixa no caso do Programa Centelha, conversamos com o consultor de negócios da Fundação CERTI, Carlos Bizzotto. Além de uma breve retomada histórica para entender como surgiram, trataremos também sobre as suas definições.

Afinal, se perguntássemos agora, você saberia responder se o seu negócio precisa de uma pré-incubação, incubação ou aceleração? Se a resposta é não, continue lendo esse texto!


O surgimento das incubadoras

No final dos anos 80, as mudanças no mercado evidenciaram a necessidade de tornar as empresas brasileiras mais competitivas, com estímulo ao investimento em inovações e tecnologia. De acordo com Bizzotto, “na década de 90, as incubadoras surgiram para transformar tecnologias que estavam retidas nas universidades em negócios”, oferecendo espaços físicos para que pesquisadores pudessem comercializar os produtos.

Ao perceberem que o espaço físico não era suficiente, as incubadoras passaram a operar junto com o SEBRAE oferecendo serviços para o desenvolvimento de negócios. “Nos anos 2000, começaram a surgir novos ambientes como aceleradoras e espaços de coworking. Por isso, as incubadoras precisaram reajustar seus objetivos”, conta Bizzotto.

Segundo o especialista, foi a partir desse momento que as incubadoras passaram a trabalhar com o networking, ou seja, o desenvolvimento de redes de contato para os negócios incubados. Com essa mudança, esse modelo de apoio passou a ser definido como um instrumento de política pública, oferecendo serviços e a possibilidade dos negócios conseguirem os primeiros clientes. 

“É essencial lembrar que a incubadora atua com empreendimentos que têm o potencial de inovação e que geram resultado para a comunidade como um todo”, conta. Bizzotto ainda explica que esse serviço é feito por meio de um processo de monitoramento contínuo do empreendimento.


E as aceleradoras?

“Em resumo”, explica, “as aceleradoras colocam dinheiro ou abrem a porta para investimentos”. Diferente das incubadoras, que buscam viabilizar o surgimento de um negócio inovador, as aceleradoras são mais restritas e investem apenas em negócios com potencial de escalar no mercado.

O papel principal desse modelo de apoio é investir em um desenvolvimento e crescimento rápido das empresas. “Só que para isso as aceleradoras trabalham com um processo em que o negócio tem que provar que vai dar certo”, esclarece o especialista.

Segundo Bizzotto, as aceleradoras investem (e exigem!) mais, se tornando ou não sócia da empresa acelerada. “A principal diferença entre a aceleradora e a incubadora é que a primeira investe em negócios com potencial de retorno financeiro”, explica.


Onde o Programa Centelha se encaixa?

Para entender o que o Programa Centelha oferece, precisaremos explicar um outro modelo de apoio: a pré-incubadora. Quando as incubadoras surgiram, as empresas já entravam com um CNPJ ou tinham poucos meses para criar um. “Mas o que fazer com os negócios que estão em um estágio mais inicial ainda? No final dos anos 90, começamos a trabalhar com o conceito de pré-incubadora”, explica.

A principal diferença entre a pré-incubadora e a incubadora é o estágio do empreendimento apoiado. Assim, as pré-incubadoras focam o serviço em empreendimentos que estão em fase de ideação. “O objetivo é gerar e validar a ideia para estar mais próximo e preparado para o processo de incubação. O foco de ambas é o desenvolvimento do negócio”, esclarece Bizzotto.

E é com a pré-incubação que o Programa Centelha atua. O Programa seleciona ideias que ainda estão no papel ou sem a criação formal de uma empresa. Apesar do investimento de recursos financeiros, o Centelha não visa acelerar empresas já estruturadas, mas sim estimular a geração de negócios inovadores no país. “O grande diferencial entre um programa como o Centelha e uma aceleradora é que o Centelha investe recurso não pelo potencial de escalar a empresa no mercado, mas para viabilizar o negócio em um estágio inicial”.


Agora que você já sabe a diferença entre os modelos de apoio, vamos repetir a pergunta: afinal, o seu negócio precisa de uma pré-incubação, incubação ou aceleração? Se a resposta for pré-incubação, não deixe de inscrever sua ideia na segunda edição do Programa Centelha!

O compromisso da inovação com o meio ambiente

O desenvolvimento sustentável, tema de amplo debate mundial, passa pela compreensão de mudanças que vão desde o consumo consciente à aplicação de novas tecnologias para a utilização racional de recursos naturais. Embalagens biodegradáveis, a redução de emissão de gases poluentes e monitoramentos via satélite são algumas das inovações que emergiram da necessidade de preservação ambiental. 

Um exemplo recente do uso da tecnologia aplicada para soluções ambientais é o Amazonia 1, o primeiro satélite desenvolvido e operado pelo Brasil. Lançado em órbita no dia 28 de fevereiro deste ano, o satélite foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e tem como missão fornecer imagens para o monitoramento do desmatamento da região amazônica. 

Imagem do Rio São Francisco feito pelo satélite Amazonia 1

Para conscientizar a população mundial sobre esse tema, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 05 de junho como Dia Mundial do Meio Ambiente. Nesta direção, diversas startups aceitaram o desafio de desenvolver soluções inovadoras direcionadas para o impacto sustentável e transformações de consumo. 

Na sua primeira edição, o Programa Centelha recebeu 2.380 ideias inovadoras aplicadas ao setor de Meio Ambiente e Bioeconomia. Entre as ideias inovadoras contempladas ao redor do país, separamos quatro projetos que visam a sustentabilidade por meio da redução de lixo, o uso de materiais ecológicos e até a redução de emissão de dióxido de carbono.

 

Confira! 

Biotech4Life Soluções | CE

Empresa contemplada em 1º lugar no Programa Centelha Ceará, a Biotech4Life Soluções tem como objetivo o desenvolvimento de produtos biotecnológicos que ajudam a solucionar problemas ambientais. O seu produto principal, o BioClineX, foi idealizado para a descontaminação de solos de manguezais impregnados com petróleo. “A empresa investe no desenvolvimento de produtos autênticos de base biotecnológica, como o BioClineX, voltados para solucionar problemas ambientais”.

 

Lifebiotech Serviços Biotecnologicos LTDA | SE

A empresa contratada pelo Programa Centelha Sergipe oferece como solução sustentável tratamento de efluentes e resíduos tóxicos através do uso de microalgas, como a Chorella vulgaris. “Além de oferecer um serviço voltado para diminuir os impactos ambientais das atividades lucrativas já vigentes, a nossa proposta não produz resíduos secundários e gera subprodutos com valor comercial agregado”. 

 

Cogumelos Campo Grande | MS

Contemplada na edição do Programa Centelha Mato Grosso do Sul, a Cogumelos Campo Grande une a produção e venda de Shimeji e Shitake à utilização de resíduos na produção de embalagens ecológicas. “A formação desse micélio no vegetal gera um material resistente que pode assumir várias formas e tamanhos, podendo ser oferecido às empresas de entregas e transportes como uma alternativa para substituição dos isopores de poliestireno”. 

 

 

Luna Greentech | GO

A Luna Greentech, contemplada no Programa Centelha Goiás, oferece como solução inovadora a extração de insumos naturais por meio de um processo sustentável e ecológico. Como produto, a empresa fornece desde extratos vegetais até insumos esfoliantes naturais e ativos cosméticos. “Temos o compromisso com a sustentabilidade, no qual todos os nossos produtos são concebidos a partir de um processo limpo e verde, livres petrolatos, sem o uso de solventes tóxicos e com métodos que contribuem com a segurança para o meio ambiente e para as pessoas.”

Programa Centelha realiza 3ª Capacitação das Equipes Executoras

Nesta terça-feira (25), o Programa Centelha realizou a 3ª Capacitação das Equipes Executoras. Essa foi a última de três capacitações que tiveram como objetivo promover uma melhor operação do Programa nos estados. No evento, os integrantes das equipes executoras tiveram acesso ao detalhamento do cronograma e minuta do edital, além de orientações jurídicas. 

Mais de 140 pessoas participaram do evento online que foi conduzido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação CERTI. 

Participantes da 3ª Capacitação das Equipes Executoras do Programa Centelha

Umas das novidades apresentadas nessa capacitação é a concessão de bolsas do CNPq para todos os projetos contemplados na segunda edição do Programa.  “Ela [a bolsa] permite que os empreendedores consigam se dedicar integralmente a esse período de pré-incubação”, enfatizou o coordenador de Ambientes Inovadores do MCTI, Públio Ribeiro, sobre o benefício das bolsas.

Também fizeram parte do evento o superintendente da Finep, Marcelo Camargo, o Gerente de Desenvolvimento Tecnológico e Subvenção Descentralizada (DDTS) da Finep, Vitor Dias Kappel, o Coordenador de Parcerias Externas do CNPq, Gilberto Ferreira de Souza, o Assessor Jurídico da Diretoria de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (AJCT) da Finep, Bruno Mattos e a Analista Financeira de Prestação de Contas da Finep, Cristina Damasceno.

 

Próximas etapas

Com a finalização das primeiras capacitações com conteúdos relativos à operação da segunda edição do Programa Centelha, as equipes executoras estaduais passarão agora por capacitações com conteúdos que permitam seu fortalecimento e desenvolvimento em temas relativos ao ecossistema de inovação e empreendedorismo.

O Programa Centelha tem previsão para acontecer no segundo semestre de 2021, sendo cada estado responsável pelo estabelecimento das datas de abertura das inscrições. Com o aumento do número de estados participantes, a estimativa é que a segunda edição do Programa tenha recordes de submissões de ideias inovadoras.

 

Sobre o Centelha

O Programa será executado de forma descentralizada, por meio da articulação institucional e cooperação com órgãos e entidades da administração pública estadual que atuam na área de ciência, tecnologia e inovação, com o apoio técnico e financeiro do MCTI e das agências federais de fomento. Do total de 25 projetos aprovados pela Finep na seleção pública de propostas dos parceiros estaduais, 24 são provenientes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados. No total, a previsão é de que sejam investidos R$ 97 milhões, sendo R$ 74 milhões pelo MCTI/FNDCT e R$ 23 milhões pelos parceiros nos estados. Nesta edição, quase todos os estados do Brasil, com exceção do Acre, executarão o Programa.

Programa Centelha realiza 2ª Capacitação das Equipes Executoras

A 2ª Capacitação das Equipes Executoras do Programa Centelha reuniu mais de 120 participantes durante os dias 12 e 13 de maio. O evento online foi realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Fundação CERTI. Com o objetivo de promover uma melhor operação do Programa nos estados, os integrantes das equipes executoras foram introduzidos ao passo a passo das cinco etapas previstas para acontecer ao longo dessa segunda edição.

Durante a abertura, o coordenador de Ambientes Inovadores do MCTI, Públio Ribeiro, destacou que a capacitação é uma oportunidade para as equipes se conhecerem e desenvolverem um Programa efetivo. “Essas capacitações são muito importantes para criar uma comunidade do Centelha. Uma articulação bem feita é decisiva”, disse Ribeiro.

O superintendente da Finep, Marcelo Camargo, lembrou que, desde a primeira edição, o Programa se tornou ainda mais abrangente. Além de significar uma ampliação do ecossistema de empreendedorismo inovador no país, a participação de novos estados na execução do Programa também é uma oportunidade para as equipes da primeira edição compartilharem suas experiências. 

O Diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, Leandro Carioni, reforçou que a metodologia utilizada pelo Programa Centelha evolui a cada edição, resultado da diversidade inovadora dos estados brasileiros. Carioni também reforçou o apoio da Fundação CERTI para que as equipes executoras pudessem operar o Programa Centelha da melhor forma possível.

Participantes da 2ª Capacitação do Programa Centelha

Maratona de capacitação

No primeiro dia de capacitação, a coordenadora do Núcleo de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, Fernanda Konradt, apresentou as atividades e entregas que devem ser feitas pelas equipes durante a etapa 1, de Articulação e Preparação, e etapa 2, de Divulgação e Captação, do Programa Centelha. Em sequência, as gestoras Helena Zanette e Marília Hoffmann apresentaram a etapa 3, que incluí a Fase 1 de Inscrições de Ideias, a Fase 2 de Projeto de Empreendimento e a Fase 3 de Projeto de Fomento. 

Já no segundo dia, a capacitação foi liderada pela Coordenadora de Projetos, Priscila Procópio, que apresentou os detalhes da etapa 4, de Abertura e Contração das Empresas, e a etapa final de Acompanhamento, que visa o apoio para que os projetos se tornem empreendimentos de sucesso. A coordenadora também apresentou o sistema online que as equipes estarão lidando ao longo da execução do Centelha.

A capacitação contou com o depoimento especial das equipes executoras de três estados brasileiros que tiveram sucesso na primeira edição. A assessora da Fundação de Apoio à Pesquisa do Amazonas (FAPEAM) e coordenadora do Centelha AM, Liliane Valente, relatou as dificuldades e oportunidades encontradas pela equipe durante a execução do Programa no estado. “[O Centelha] Foi muito importante para fomentar o empreendedorismo inovador da região, buscando ideias inovadoras que contemplassem as peculiaridades regionais do nosso estado”, ressalta Valente sobre um dos pontos de impacto positivo no empreendedorismo local.

A Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Goiás (FAPEG) também relataram sua experiências com a participação na primeira edição do Programa Centelha.

Sobre o Centelha

O Programa será executado de forma descentralizada, por meio da articulação institucional e cooperação com órgãos e entidades da administração pública estadual que atuam na área de ciência, tecnologia e inovação, com o apoio técnico e financeiro do MCTI e das agências federais de fomento. Do total de 25 projetos aprovados pela Finep na seleção pública de propostas dos parceiros estaduais, 24 são provenientes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados. No total, a previsão é de que sejam investidos R$ 97 milhões, sendo R$ 74 milhões pelo MCTI/FNDCT e R$ 23 milhões pelos parceiros nos estados. Nesta edição, quase todos os estados do Brasil, com exceção do Acre, estarão executando o Programa.

Estados passam por capacitação da Segunda Edição do Programa Centelha

Na tarde desta terça-feira, 27, aproximadamente 150 pessoas participaram da primeira capacitação online das Equipes Executoras dos estados integrantes da segunda edição do Programa Centelha. Durante o evento, as equipes receberam informações sobre o programa e puderam esclarecer as dúvidas sobre a metodologia da operação.

Na abertura do evento, as autoridades do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e Fundação CERTI reforçaram a importância do Programa Centelha para o ecossistema de empreendedorismo nacional.

O Secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim, parabenizou a parceria e participação das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAP’s) dos estados e ressaltou que na primeira edição eram 19 estados participantes e nesta edição serão 25 e Distrito Federal. “Esses empreendedores estão em diversos espaços desse país. Dentro de um propósito a ser cumprido, eles conseguem empreender gerando riquezas e melhores postos de trabalho. E Com isso transformar, já que o Centelha é um programa de transformação”, enfatizou.

De cima para baixo, Paulo Alvim [à esq.], Odir Dellagostin [à dir], Leandro Carioni [à esq], General Barroso [à dir], Evaldo Vilela.

Nesta capacitação estiveram presentes as equipes executoras  de 25 estados participantes do programa, além do Distrito Federal.. Além da apresentação das equipes que atuarão na execução, os participantes tiveram a oportunidade de construir uma rede de trocas sobre a experiência de participar da segunda edição do Programa Centelha, que rodará em todas as regiões do país.

O Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, não pôde estar presente no evento, mas deixou um recado, por meio de vídeo, para todos os participantes sobre o Programa Centelha: “Aí começa o futuro de muitas startups e empresas. A transformação de ideias em realizações. Nós vamos realizar sonhos e com esses sonhos, o futuro econômico e social de cada estado”, declarou Pontes

Com mais de 15 mil ideias inovadoras submetidas na primeira edição do Programa Centelha, o Presidente da FINEP, General Barroso, ressaltou a visibilidade e importância do projeto para o país: “Quando pesquisamos sobre o Centelha, o que a gente percebe é o quanto o projeto contribui para a qualidade de vida da sociedade, pessoas ensinando como obter benefícios com o Programa e sobre o projeto. É uma honra muito grande a Finep estar participando deste Programa”, ressaltou Barroso.

O Presidente do CNPq, Profº Evaldo Vilela, enfatizou a importância da união para o momento de crise sanitária que o país enfrenta. “Nós temos falado muito que para vencer a pós pandemia nós vamos precisar muito de colaboração. No pós-pandemia vai ser mais difícil ainda fazer algo sozinho e aqui nós temos uma congregação de esforços que é um exemplo para o Brasil”, declarou Vilela

Como os maiores público-alvo do Centelha, são pesquisadores e estudantes, o presidente da CONFAP, Profº Odir Dellagostin, reforçou a importância do programa para as instituições científicas do país. “O Programa proporciona exatamente esse passo seguinte que precisamos para levar esses projetos das nossas instituições de pesquisa para o mercado. A segunda edição do Centelha será ainda maior”.

Ao finalizar a abertura do evento, o Diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, Leandro Carioni, lembrou que desde 2008, quando foi idealizada a metodologia que inspirou a criação do Programa Centelha, muitos impactos têm sido observados, “nós vemos empreendedores se transformando, empresas se levantado e os ecossistemas se movimentando. Percebemos uma mudança cultural nos estados com o programa”. E reforçou o apoio da Fundação CERTI, “nós fomos estruturados para ajudar o empreendedorismo e as empresas, esse é o nosso papel”, finalizou.

O Programa Centelha foi idealizado com o objetivo de estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e Fundação CERTI.

Sobre o Programa Centelha

O Programa será executado de forma descentralizada, por meio da articulação institucional e cooperação com órgãos e entidades da administração pública estadual que atuam na área de ciência, tecnologia e inovação, com o apoio técnico e financeiro do MCTI e das agências federais de fomento. Do total de 25 projetos aprovados pela Finep na seleção pública de propostas dos parceiros estaduais, 24 são provenientes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados. No total, a previsão é de que sejam investidos R$ 97 milhões, sendo R$ 74 milhões pelo MCTI/FNDCT e R$ 23 milhões pelos parceiros nos estados. Nesta edição, quase todos os estados do Brasil, com exceção do Acre, estarão executando o Programa.

Os principais benefícios a serem oferecidos pelo Programa são capacitações, recursos financeiros e suporte para ajudar empreendedores a transformarem suas ideias em negócios de sucesso. O Programa Centelha irá oferecer mais de R$ 50 mil reais por empresa contemplada em subvenção da Finep e de seus respectivos parceiros estaduais, para ajudar os novos empreendedores a tirarem seu negócio do papel.

O período de inscrições para empreendedores interessados deve acontecer no início do segundo semestre de 2021. Enquanto isso, o Programa já oferece informações para a comunidade empreendedora por meio do Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter, e também dicas para que os empreendedores cheguem com suas ideias mais preparadas no lançamento do edital.

 

 

Cases de Sucesso

Cases do Programa Centelha

Cases de Sucesso

Cases do Programa Centelha

Programa Centelha realiza Workshop para identificar melhorias e traçar próximos passos

O Programa Centelha atingiu a marca de mais de 15 mil ideias inovadoras submetidas em todo o Brasil ao final de julho, envolvendo mais de 38 mil empreendedores nas equipes das propostas submetidas. Nos dias 6 e 10 de agosto, o programa reuniu em um evento online os gestores estaduais do Centelha para avaliar resultados obtidos até então e identificar melhorias para o programa.

Criado para incentivar o empreendedorismo por meio de capacitações, subvenções financeiras e suporte, o Programa Centelha é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação CERTI.

O investimento destinado para a implementação do programa, contando os recursos de subvenção, bolsas de fomento tecnológico e contrapartidas estaduais, chega a mais de R$ 40 milhões e será destinado para apoiar mais de 500 projetos, que recebem suporte para transformarem suas ideias em negócios de sucesso.

O Workshop de avaliação do Centelha reuniu mais de 100 pessoas de todas as regiões do país, dentre representantes das equipes executoras estaduais e parceiros do programa. Por meio de uma dinâmica online, foram obtidos feedbacks para o planejamento de melhorias para próximas edições do Programa Centelha. Para o Secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Paulo Alvim, esse é um momento não só de avaliação, mas também de reconhecimento de pessoas, de instituições e, principalmente, dos participantes do Centelha em todo o país. Ele comenta: “Nós temos um programa muito grande, que transforma, que muda, cria expectativas, e ele se torna muito mais relevante nesse momento pós-pandemia”. Ele explica que o Programa Centelha é visto como um elemento que pode acelerar o processo de geração de riqueza a partir da agregação de valor baseado em conhecimento científico e tecnológico.

Os parceiros do programa também avaliam positivamente os resultados gerados pelo Centelha até então. Para Marcelo Bortolini, Diretor de Desenvolvimento Científico-Tecnológico da Finep, o Centelha é mais do que um instrumento de fomento ao empreendedorismo, ele é um instrumento de mudança cultural. Fábio Guedes Gomes, Presidente do Confap, destaca que por meio do programa é possível identificar, em diversas partes do país, pessoas e ideias brilhantes. A Diretora de Cooperação Institucional do CNPq, Maria Zaira Turchi, complementa: “Esse programa acabou tendo um apelo tão forte de estimular nossos jovens, de trazê-los, e trazer as boas ideias para que contribuam com a inovação, que ele foi abraçado por todos com muito empenho e para mim é uma satisfação enorme ver como está indo bem. Esse já é um programa de Estado, que tem solidez para permanecer e que fará realmente muita diferença.”

Próximos passos

O programa é executado de forma descentralizada em parceria com equipes executoras de cada estado. Dos 21 estados aprovados pela carta-convite da Finep, 19 já estão com o programa em andamento em diferentes fases, que vão desde a submissão de ideias até a contratação e acompanhamento das empresas. Ainda em 2020, o MCTI e a Finep devem lançar a chamada para o Centelha 2, com o objetivo de atingir todas as unidades federativas no próximo ano.

Leandro Carioni, Diretor Executivo do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, ressalta os números do programa e as expectativas para o futuro: “Hoje, em 2020, temos mais de 15 mil propostas e em 2021, o Centelha 2, pode aumentar ainda mais esses números. Realmente é algo único, transformador.”

Como selecionar boas ideias?

Os inovadores de todo o Brasil mostraram que têm espírito empreendedor e, até o momento, submeteram mais de 14 mil ideias no Programa Centelha em todo Brasil. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações  (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação CERTI.

Mas você deve estar se perguntando: como selecionar, dentre as mais de 14.000 ideias, as mais promissoras?! O desafio é grande! Todos os critérios e o passo a passo das avaliações estão dispostos nos editais de cada estado, mas preparamos esse post especial para você ficar por dentro de como funciona o processo de seleção e avaliação do Programa Centelha. Tire 5 minutinhos do seu tempo e vem com a gente!

A seleção dos avaliadores

O primeiro passo para que a avaliação aconteça é selecionar bons avaliadores, especialistas nos setores de aplicação do edital do programa. No início de cada edital dos estados, as Equipes Executoras realizam workshops  para a apresentação do programa às instituições regionais, com participantes de órgãos do governo, incubadoras, ICTI’s, empresas e entidades de apoio local.

Os parceiros regionais tiveram a oportunidade de indicar especialistas para formarem o comitê de avaliação do programa, durante os eventos e posteriormente de forma online. Concomitantemente, as Equipes Executoras fazem a seleção de seus melhores avaliadores que atuaram em outros editais, para incluir no grupo de especialistas.

Para ser um Avaliador Centelha, o especialista tem seu currículo analisado pelo Comitê Gestor do programa, que homologa aqueles com: (1) comprovada capacidade técnica; (2) experiência de mercado; (3) comprometimento em trabalhos anteriores; (4) qualidade dos feedbacks oferecidos aos empreendedores.

Os avaliadores são alocados para análise de projetos dependendo de sua especialidade e temática da ideia submetida. Se o avaliador “A” é especialista em Gestão, projetos voltados à temática serão alocados a ele.

A definição dos critérios de avaliação

A metodologia de avaliação do Centelha foi desenvolvida a partir de estudos realizados com base em diversos mecanismos internacionais de avaliação e seleção de ideias. O modelo também é inspirado na metodologia do Programa Sinapse da Inovação, que vem sendo aprimorada há mais de dez anos, desde sua primeira edição em 2008.

Garantindo o alinhamento de critérios entre os avaliadores

Antes de realizar a avaliação, cada avaliador participa de capacitações, a fim de compreender e alinhar os critérios que serão considerados em cada etapa da metodologia Centelha. As capacitações, assim como a dos empreendedores, acontecem de forma online, por meio de vídeos acompanhados de uma apostila com orientações.

Mais de 14.000 ideias submetidas… e agora?!

Cada ideia submetida no programa conta com a avaliação de dois especialistas, que não tenham vínculo com a instituição de origem do proponente, e que atribuem uma nota e um parecer escrito sobre o projeto.

As ideias submetidas passam por um funil composto pelas 3 fases do programa:

Fase 1: Ideia Inovadora
Fase 2: Projeto de Empreendimento
Fase 3: Projeto de Fomento

Fase 1: Ideia inovadora

A primeira fase do programa é considerada “pré-qualificatória”, na qual são concedidas capacitações aos candidatos, visando preparação para as fases 2 e 3. Dessa forma, mesmo que a ideia não seja selecionada para a próxima fase, os integrantes da equipe passam por capacitações online que visam orientar o empreendedor acerca do Programa Centelha e também sobre temas como Inovação, Empreendedorismo, Validação de ideias, Mercado, Oportunidades de Negócio, Pitch, Equipe Empreendedora, entre outras.

Além dos vídeos de capacitação online, no Centelha AL, por exemplo, a Equipe Executora realizou Oficinas de Ideação na cidade de Maceió que tiveram o objetivo de auxiliar os proponentes a preencherem o formulário de Ideia Inovadora de maneira presencial.

Oficina de Ideação realizada em Maceió, na UNIT.

A iniciativa de qualificar durante todas as fases do Centelha é positiva, pois impacta diretamente um dos objetivos do programa: estimular o aumento da quantidade e qualidade de propostas submetidas aos ambientes de inovação (incubadoras, aceleradoras, espaços de coworking, etc.), por parte das empresas brasileiras de base tecnológica.

Existem três critérios para a avaliação das ideias submetidas na primeira fase do programa:

Por fim, a pontuação da ideia é obtida pelo produto da nota do Potencial de Mercado pelo Potencial de Inovação, somada à nota do perfil da Equipe Empreendedora. Ou seja:

Ao fim da primeira fase, até 200 ideias que obtiveram as maiores notas no estado são selecionadas. Muitos empreendedores submetem mais de uma ideia na plataforma Centelha. Assim, caso o proponente tenha mais de uma ideia com nota suficiente para ser aprovada, é selecionada para a fase de Projeto de Empreendimento, aquela que tiver obtido a maior pontuação.

 

Fase 2: Projeto de Empreendimento

A segunda etapa do Programa Centelha exige um maior detalhamento sobre o plano de execução da ideia proposta pelos participantes. Ao final desta etapa, até 100 projetos, em cada estado, continuam na disputa pela subvenção.

O Projeto de Empreendimento traduz-se em um plano para a implementação do negócio do proponente. Assim, por meio da apresentação de fundamentos técnico-científicos e também mercadológicos do produto ou serviço, é possível avaliar o potencial e a viabilidade da ideia submetida.

Para muitos empreendedores, esse é o primeiro plano de negócios criado para a ideia. Pensando nisso, o Centelha oferece às equipes participantes da Fase 2, uma gama de capacitações criadas por especialistas a fim de auxiliar na construção do projeto de empreendimento. Entre elas, estão:

  • Palestra Introdutória sobre o Projeto de Empreendimento
  • Estratégias de Comunicação
  • Desafios de Desenvolvimento
  • Modelos de Receita
  • Proposta de Valor
  • Planejando o MVP
  • Tecnologias e Tendências
  • Jornada de um empreendedor

Além dos conteúdos online, algumas Equipes Executoras proporcionaram eventos de capacitação presencial aos participantes. Foi o caso do Centelha ES, que organizou uma Maratona de Mentoria, com a participação de especialistas convidados para auxiliar os proponentes na submissão do Projeto de Empreendimento.

Maratona de Mentoria, realizada no IFES.

O que a equipe de avaliadores Centelha espera durante a seleção, é encontrar Projetos de Empreendimento que demonstrem potencial, inovação e viabilidade de se concretizar. Para tal, os avaliadores tem como base a Metodologia Centelha para o desenvolvimento de novos negócios em 6 vertentes:

Para atribuição da nota, a metodologia Centelha leva em consideração os seguintes critérios:

A pontuação da segunda fase é obtida pela multiplicação dos três critérios, em que os dois primeiros fornecem o potencial do negócio e o terceiro, o fator de risco, é um redutor que leva em conta a probabilidade de o negócio, mesmo tendo potencial, não resultar em sucesso. Dessa forma, a pontuação 1,0 significa máxima possibilidade de sucesso.

Selecionados os 100 projetos com as maiores notas, seguimos para a Fase 3!

 

Fase 3: Projeto de Fomento

A última etapa do funil consiste na submissão de um Projeto de Fomento. Mas o que é isso?
O objetivo do Projeto de Fomento é planejar as principais atividades e desembolsos que a empresa efetuará na Fase de Acompanhamento do programa para desenvolver seu produto e seu negócio. Dessa forma, o empreendedor deverá desenvolver um planejamento para os meses de desenvolvimento, respondendo às seguintes perguntas:

Assim como nas fases anteriores, uma série de capacitações online são disponibilizadas. Para auxiliar na submissão na Fase 3, a Equipe Executora do Centelha PB organizou um treinamento presencial para os participantes do edital no estado. A Fapesq/PB realizou, em parceria com o Sebrae PB, oficinas de Modelagem de Negócios em Canvas voltadas aos selecionados para a Fase 3 do Programa Centelha.

Centro de Educação Empreendedora do SEBRAE PB, em João Pessoa

Para a seleção dos melhores projetos nessa fase, o julgamento dos avaliadores dependerá dos seguintes critérios:

A seleção dos projetos aprovados depende da consistência de seu Plano de Aplicação dos Recursos. É muito importante atentar aos itens que são financiáveis pelo edital e aos que não são, para que o projeto não seja prejudicado.

Por fim, a nota final no programa é dada pela média simples das notas das fases 2 e 3.

Agora, os projetos aprovados têm um período para formalizar suas empresas e receber a subvenção, que varia de acordo com o estado. Na sequência, durante seis meses, passarão por um processo de desenvolvimento e acompanhamento com suporte e capacitação para transformar suas ideias em negócios de sucesso.

Feedback aos empreendedores

Vale a pena ressaltar que os pareceres escritos pelos avaliadores são disponibilizados via e-mail para os proponentes que solicitam o feedback, conforme previsto no edital. A Equipe Centelha acredita que as observações feitas sobre os projetos podem servir de insumo para a evolução da equipe e desenvolvimento do produto ou serviço, mesmo que a equipe não seja contemplada pelo programa.

Recursos Administrativos

O Edital que rege o programa possibilita o pedido de recursos administrativos em todas as fases. O proponente pode solicitar, no prazo indicado, o parecer com as justificativas apresentadas pelos avaliadores, podendo solicitar o recurso administrativo, caso julgue necessário. Todos os recursos são analisados pelo Comitê Gestor do programa para a homologação do resultado final.

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Workshop com Equipes Executoras do Programa Centelha

Até o momento, o Programa Centelha já recebeu mais de 14 mil ideias inovadoras de pessoas físicas e micro empresas, com mais de 35 mil empreendedores participantes nas equipes. Nos dias 12 e 13 de março, em Brasília, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) reúne gestores estaduais do Centelha para avaliar resultados e identificar ajustes no programa destinado a incentivar o empreendedorismo por meio de capacitações, subvenções financeiras e suporte.

O Centelha tem como metas até a sua conclusão capacitar 20 mil empreendedores e gerar quase 600 startups em todo o país. Para o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Julio Semeghini, que participou da abertura do workshop, o programa oferece a oportunidade de transformar ideias em negócios concretos.  “Quanta gente quer ter a oportunidade de transformar sua ideia, seu projeto, em um negócio concreto? Este desafio é muito importante para o governo. A gente tem que preparar o país para esta realidade que estamos vivendo”, disse.

O investimento na implementação do programa, subvenções, bolsas de fomento tecnológico e contrapartidas estaduais é de R$ 41,5 milhões. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação CERTI.

Para a representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Algéria Varela, que coordena o Centelha no Rio Grande do Norte, o programa trouxe muitos ganhos para o ecossistema de inovação da região. “Para o meu estado foi um ganho gigantesco. Nós conseguimos alavancar muitas ideias. O Centelha vem a contribuir com o primeiro edital de subvenção que teve uma participação maciça de todo o ecossistema de inovação, como as startups. O sistema é muito fácil de ser operacionalizado e isso facilita nosso trabalho”.

O programa é executado de forma descentralizada. Dos 21 Estados aprovados pela carta-convite da Finep, 18 já estão com o programa em andamento em diferentes fases, que vão desde a submissão de ideias até a contratação dos projetos. Para o coordenador de Ambientes Inovadores do MCTIC, Publio Ribeiro, os números colocam o programa como um dos maiores do mundo no incentivo ao empreendedorismo.

“O número de 14,3 mil ideias submetidas nesses estados coloca o Centelha como um dos maiores programas de empreendedorismo inovador no mundo. Certamente o maior já realizado no Brasil”, aponta.

MCTIC, Fundação CERTI, CNPq e Finep

Equipe Centelha AM

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