100 Projetos de Empreendedorismo são selecionados para a última fase do Programa Centelha AL 2

Dentre os 147 projetos submetidos na segunda fase do programa, 100 foram selecionados para a etapa final do processo, que irá definir quais projetos receberão o incentivo

O resultado da Fase 2 do Programa Centelha Alagoas 2, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudo e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), a Fundação CERTI e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL), foi divulgado na última terça-feira, 07/06.  A Fase 2 do Programa Centelha AL 2 contou com a participação de 358 empreendedores, responsáveis pela submissão de 147 Projetos de Empreendedorismo, dentre os quais foram selecionados os 100 projetos aprovados para a última fase de seleção do programa.

Projetos de Empreendedorismo Aprovados

Os 100 Projetos de Empreendedorismo aprovados na Fase 2 do Programa Centelha AL 2 são provenientes de 16 municípios do estado, sendo 86 deles provenientes do Leste Alagoano, 12 do Agreste Alagoano e 2 do Sertão Alagoano. Entre os proponentes dos projetos selecionados estão 36 empreendedores vinculados a Institutos de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs), 31 empreendedores sem vínculo com nenhuma instituição, 18 ligados a administração pública, 12 ligados a empresas e 3 vinculados a incubadoras.

Ainda em relação aos proponentes dos projetos selecionados, 50% deles possuem curso de pós-graduação completo, 8% ainda estão cursando um curso superior, 14% são graduados no ensino superior, 13% já estão cursando uma pós-graduação, 2% possuem ensino técnico e 1% possui ensino médio completo. A maior parte dos projetos selecionados foi proposto por empreendedores na faixa etária de 25 a 40 anos, sendo que 59% dos proponentes são homens. Já em relação a raça ou cor da pele dos proponentes responsáveis pelos projetos selecionados, 46% declaram ser brancos, 40% pardos, 10% pretos, 3% amarelos e 1% declararam ser indígenas.

Do total de projetos selecionados na Fase 2, 23% apresentavam soluções relacionadas a temática de Tecnologia Social, seguidos por 13 % das soluções ligadas a temática de Biotecnologia e Genética, 11% ligadas a temática de Inteligência Artificial e Machine Learning e 9% relacionadas a Química e Novos Materiais. Em relação ao setor de aplicação, 14 projetos selecionados estão ligados ao setor de Saúde e Bem-Estar, 12 estão ligados ao setor de Educação, 11 ao setor Social, 10 ao setor de Economia e 9 ao setor de Meio Ambiente e Bioeconomia. Os demais 44 projetos estão ligados a outros 19 setores da economia.

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

Acesse http://www.programacentelha.com.br/ para obter mais informações sobre o Programa e o Edital detalhado de cada um dos estados.

Próximos Passos

A terceira fase, com 100 Projetos de Empreendimento selecionados, consiste no desenvolvimento do Projeto de Fomento. Os proponentes terão até o dia 22/06 para apresentar um orçamento detalhado e um planejamento de execução para o projeto.

Durante todas essas etapas serão oferecidas capacitações para auxiliar o empreendedor a aprimorar seu projeto e desenvolver seu negócio. Ao final da Fase 3, até 50 projetos serão contemplados com R$ 60 mil em subvenção econômica, além de outros benefícios oferecidos pelos parceiros do Programa, no estado do Alagoas. Além disso, durante um ano, essas empresas passarão por uma etapa de acompanhamento com suporte e capacitação para transformar suas ideias em negócios de sucesso.

O Programa Centelha contribuirá para o estabelecimento da ponte entre academia e indústria no estado, já que muitas das ideias vêm de pessoas ainda na universidade, tanto de cursos de graduação como de pós-graduação. Além disso, o Centelha abre espaço para participação de todos os cidadãos do estado, tanto para inscrever suas ideias como para interagir com os empreendedores, e consolida uma forte rede de apoio ao empreendedorismo inovador.

Transformação digital: Indústria 4.0

 

Internet das coisas, Inteligência artificial, robótica, computação em nuvem e sistemas ciber-físicos são conceitos de automação e troca de dados. A indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial se utiliza dessa ideia para englobar suas tecnologias.

 

Hoje, muito se fala sobre indústria 4.0, mas você sabe o que é?

 

A Indústria 4.0 é um termo recente que representa a automação industrial e a integração de diferentes tecnologias com propósito de promover a digitalização das atividades industriais, melhorando os processos e aumentando a produtividade. 

 

O início da Indústria 4.0

 

Para falar sobre Indústria 4.0, precisamos entender um pouco sobre a Revolução Industrial. Você sabia que a Indústria 4.0 se refere a Quarta Revolução Industrial?

A Primeira Revolução Industrial iniciou-se aproximadamente a 250 anos atrás, em 1760, através do aumento da produtividade da indústria têxtil com as fábricas mecanizadas através da máquina a vapor.

A Segunda Revolução Industrial se deu início na segunda metade do século XIX e terminou durante a Segunda Guerra Mundial, envolvendo uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço.

A Indústria 3.0 ou Terceira Revolução Industrial teve início em um período pós guerra, montagens automatizadas com a aplicação de computadores no chão de fábrica, uso de CNC (Comando Numérico Computadorizado) em centros de usinagem e máquinas de inserção de componentes, etc.

 

 

 

O enfoque dessas revoluções industriais era o processo produtivo, com consequências para a vida humana. Já a 4a Revolução Industrial possui enfoque na inteligência e na melhoria da dimensionalidade humana. Nesta revolução, é possível observar a fusão de tecnologias, nas esferas física, digital e biológica, por meio da interação do ser humano em todos os processos de desenvolvimento tecnológico. Ou seja, o foco não é mais o processo produtivo para comercialização, mas sim o uso da tecnologia para melhorar a vida humana. Por meio da economia de tempo resultante desse processo, o homem pode expandir sua capacidade. Isso é feito por meio da leitura de dados visando o consumo (SCHWAB, 2017).

Devido às Revoluções Industriais que vivemos em certos períodos históricos, podemos ver o trabalho mecânico feito por humanos começando a ser feito por robôs computadorizados. E hoje, graças a essas fábricas automatizadas, eles nos fornecem smartphones, tablets e todos os tipos de eletrônicos a preços acessíveis.

A Indústria 4.0 veio para mudar nossa perspectiva sobre indústrias e modo de trabalho, transformações em economias, modos de trabalhar e até na sociedade como um todo. A Indústria 4.0, com a junção de tecnologias físicas e digitais, combina, por meio de análises, inteligência artificial, tecnologias cognitivas e Internet das Coisas (IoT), um ecossistema digital interconectado capaz de fornecer informações com precisão. A revolução inclui tecnologias inteligentes e conectadas não apenas nas empresas e setores, mas em nosso cotidiano.  

 

Impactos da Indústria 4.0 

 

A Quarta Revolução Industrial tem alterado a forma como as pessoas vivem, trabalham e se comunicam. O governo, a sociedade, a indústria, a saúde, tudo está se mantendo em movimento, sendo reformulado. Portanto, é preciso adaptação às mudanças e aplicação correta do  que mais possa trazer proveito para o seu habitual. 

De acordo com uma pesquisa global da Deloitte, 1.600 executivos em 19 países foram entrevistados sobre suas opiniões sobre o impacto da Indústria 4.0 em seus negócios. Cerca de 39% dos entrevistados no Brasil disseram que os meios tecnológicos podem facilitar a diferenciação competitiva, enquanto 42% acreditam que podem ter um grande efeito mobilizador na cadeia de operações. O estudo refere ainda que cerca de 87% dos gestores consideram que as novas alocações industriais devem proporcionar vantagens aos mercados empresariais e às populações, num contexto de igualdade social e estabilidade económica.

Assim, a tendência que dita a Indústria 4.0 está varrendo o globo em poucos anos. Com isso, um dos principais impactos será o surgimento de novas formas de negócios.

Um dos resultados é o uso de sistemas e sensores inteligentes para mudar a forma como o trabalho é feito. Nesse caso, o software rígido e centralizado acabou dando lugar a mecanismos de inteligência artificial e comunicação máquina a máquina (M2M).

 

E na mão de obra, como a Indústria 4.0 vai se comportar?

 

Um dos grandes impactos da Indústria 4.0 está na força de trabalho. O trabalho e as atividades repetitivas e manuais serão, sim, reduzidos.

O padrão de fábrica como o conhecemos está mudando. Os trabalhadores assumem um papel mais estratégico, com foco no conhecimento técnico. As funções nas empresas tendem a ser mais flexíveis, pois existem cada vez mais máquinas e sistemas inteligentes. 

Assim, enquanto alguns recursos estão chegando ao fim, outros certamente estão apenas começando. 

Desta forma, novas especialidades podem surgir de tudo isso. Por exemplo, o processamento de informações levará a um aumento da demanda por pessoas treinadas em análise de dados. Da mesma forma, o design atuará em novas interfaces para conectar pessoas com máquinas.

 

Benefícios da Indústria 4.0

 

Vários benefícios são observados dentro dessa nova era, como a produção mais limpa da indústria, por exemplo.  

Apesar do termo Indústria 4.0 ser originalmente criado apenas para fabricação, atualmente a aplicação já vai além das indústrias. Os benefícios da indústria 4.0 podem ser encontrados em transportes, construções e até cidades inteligentes.

O objetivo primordial da indústria 4.0 é tornar não apenas as fábricas, mas todo o ecossistema industrial mais rápido, autônomo, eficiente e centrado no cliente. Ao mesmo tempo, levando a produção de bens e serviços a atender às exigências da sustentabilidade.

Em todo o planeta, o setor industrial deve repensar o modo como atua. Uma das peculiaridades da indústria 4.0 é que ela não vai mais fabricar como antes. A produção, como um todo, será baseada em uma menor escala e de maneira personalizada, explorando bem a tecnologia e atendendo aos anseios da sociedade.

Oportunidades com a Indústria 4.0

 

Aumento da produtividade por meio da otimização da automação, digitalização dos produtos em um ecossistema interconectado, previsão dos acontecimentos antes do término da linha produção entre outras coisas, são as oportunidades para as indústrias com a implantação das novas tecnologias trazidas pela Indústria 4.0.

Por fim, nos próximos anos, essas tecnologias certamente se tornarão mais integradas ao cotidiano das pessoas. O impacto da Indústria 4.0 já é uma realidade para os consumidores.

É de suma importância sabermos identificar e gerenciar seu impacto potencial e entender exatamente como aproveitar melhor o valor positivo que essa tecnologia oferece à humanidade.

Após a leitura deste conteúdo, você acha que a Indústria 4.0 está tornando seus produtos acessíveis a todos? Será que essa revolução está sendo distribuída de forma igualitária? 

Se você tem ideia que se enquadra na Indústria 4.0 e não sabe o que fazer com ela, submeta sua ideia no Programa Centelha! Fique de olho nos estados com inscrições abertas e não perca essa oportunidade!

 

Autora: Emilly Ronchi 

 

Fontes:

Endeavor

Logique Sistemas

Estúdio a Hora

Mundo Corporativo

Programa Centelha abre inscrições em Minas Gerais

Interessados poderão se inscrever até o dia 27 de junho; projetos selecionados receberão mais de R$ 66 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico

Estimular e fomentar a cultura empreendedora no Brasil, além de incentivar a inovação, é um dos principais objetivos do Programa Centelha 2, que acaba de abrir inscrições em Minas Gerais. A iniciativa oferecerá recursos financeiros, capacitação e suporte para até 25 selecionados, que receberão mais de R$ 66 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico. As inscrições seguirão abertas até às 18h do dia 27 de junho de 2022.

Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e Fundação CERTI, o programa é executado em Minas Gerais pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

“O Centelha 2 é mais uma iniciativa em parceria com a Finep, a qual aderimos com muito entusiasmo, já que tivemos resultados muito positivos na primeira edição. Estamos muito felizes com a renovação dessa parceria, que certamente renderá inovações importantes para o Estado de Minas Gerais e para todo o país”, comenta Paulo Beirão, presidente da Fapemig.

Em sua primeira edição, o Programa Centelha contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de mil municípios envolvidos. Somente no Estado de Minas Gerais, foram 1.486 empreendedores capacitados, 523 ideias submetidas e 14 startups apoiadas. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, acesse https://programacentelha.com.br/mg/

 

Via Oliver Press.

Rio Grande do Sul tem 50 ideias aprovadas na fase final do Programa Centelha 2

No dia 20 de maio, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) divulgou o resultado final com os projetos contemplados no Programa Centelha 2 Rio Grande do Sul, sendo 50 aprovados e 40 suplentes. Aproximadamente R$3 milhões  serão destinados para a abertura dos empreendimentos finalistas, sendo esse valor dividido entre as empresas aprovadas. 

 

O Programa Centelha é uma política pública que tem como objetivo estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora em todas as regiões do Brasil. Aos projetos selecionados, o Programa oferece capacitações, recursos financeiros e outros tipos de suporte, a fim de impulsionar a transformação de ideias em negócios de sucesso.

 

Dentro do Programa há uma divisão em etapas, dentre estas, na etapa de seleção é onde há um maior contato com as ideias inscritas. Composta por 3 fases distintas, a etapa de seleção é onde os empreendedores participantes recebem capacitações e suporte para submeter suas ideias e projetos inovadores como pessoas físicas. Na primeira fase, os interessados devem apresentar suas ideias de negócios, destacando o problema de mercado e a solução proposta. O objetivo é identificar aquelas com maior potencial inovador. Na segunda fase, os selecionados devem, então, elaborar um projeto de empreendimento, detalhando o plano de negócio, com o objetivo de demonstrar as chances de a ideia gerar um bom negócio. Por fim, a terceira fase consiste no desenvolvimento de um projeto de fomento, com apresentação detalhada do orçamento e do planejamento de execução do projeto.

 

Ao longo da edição no estado do Rio Grande do Sul, o Programa recebeu 433 ideias inovadoras submetidas na fase 1, das quais 200 foram aprovadas para a fase 2 e 50 na fase 3.

As temáticas com maior número de projetos aprovados foram: Química e Novos Materiais, Nanotecnologia, Inteligência Artificial e Machine Learning. 

 

 

Dentre os projetos selecionados, 23% são do setor de Agronegócio, seguido por 17% de Meio Ambiente e Bioeconomia.

 

A região que mais teve participação entre os aprovados foi a  região metropolitana de Porto Alegre, contendo cerca de 25 ideias divididas em 5 municípios da região. 

 

Será destinado o valor máximo de até R$ 66.680,00 (sessenta e seis mil, seiscentos e oitenta reais) por projeto. Ao final da avaliação, poderão ser beneficiados mais projetos obedecida a ordem decrescente de Nota Final, podendo convocar novos suplentes caso haja disponibilidade financeira.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e Fundação CERTI. No Rio Grande do Sul, o Programa Centelha executado pela FAPERGS, vinculada à Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), em parceria com o BADESUL, com a Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (REGINP) e com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio Grande do Sul (SEBRAE/RS).

O Programa Centelha oferece todo o apoio para transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso! Os projetos aprovados no estado do Rio Grande do Sul  receberão capacitações e suporte, serviços e descontos com parceiros do programa, uma comunidade para ampliar o networking, acesso a incubadoras e potenciais investidores e muito mais!

O Programa Centelha parabeniza todos os participantes da segunda edição e deseja boa sorte aos aprovados!

O potencial inovador da Região Norte

A Região Norte do país  possui um grande potencial inovador. A pesquisa de inovação (PINTEC) realizada pelo IBGE mostrou que em 2014 a região gerou mais de R$119 milhões em produtos e processos que continham algum nível de inovação.. Segundo a pesquisa, 1.493 empresas da região investiram mais de R$2 milhões para produção de novos produtos ou atividades internas de pesquisa e desenvolvimento. Nos últimos anos, a Região Norte do país se mostrou um grande polo de inovação no campo ambiental com a criação de produtos inovadores, como o cafessaí, (produto vindo de um dos projetos aprovados na 1° edição do Programa Centelha) que se trata do caroço do açaí beneficiado, torrado e moído. Seu propósito é agregar valor à gastronomia local, nacional e internacional de forma sustentável.

 

Inovação ambiental

 

O conjunto de inovação em nível organizacional que visa desenvolver benefícios e soluções para o meio ambiente se chama “inovação ambiental”, dentro deste, há busca por mudanças, novidades criativas e técnicas na redução dos impactos ambientais.

Dentro da inovação ambiental podemos citar a agricultura sintrópica, por exemplo, que se trata de um sistema de cultivo agroflorestal baseado no conceito de sintropia, caracterizado pela organização, integração, equilíbrio e preservação de energia no ambiente. A Região Norte tem inovado fortemente nesse ramo, levando em consideração que detém a maior floresta do mundo, que hoje necessita de preservação. O desmatamento da floresta amazônica já ultrapassou 17% do bioma, cerca de 729 mil km². A agricultura sintrópica veio para amenizar os efeitos do desmatamento. Seu principal propósito é cultivar alimentos, preocupando-se com o meio ambiente, ou seja, com a não devastação e com a preservação das características naturais da região. Essa prática utiliza apenas o que o meio ambiente pode oferecer, inclusive, os agricultores recebem a orientação de não irrigar suas plantações, pois de acordo com o suiço criador do termo, Ernst Götsch, o equilíbrio será atingido de maneira natural. 

 

Ecossistema de inovação 

 

Um ecossistema de inovação é formado pela colaboração de diversos agentes como aceleradoras, startups, fundos de venture capital, parques tecnológicos, grandes empresas de tecnologia, associações, governo e universidades que trabalham com o mesmo propósito. O maior ecossistema do Brasil está localizado na Região Norte. A região não possui apenas a maior floresta tropical do mundo. O local fornece recursos abundantes para o Estado, e assim foram desenvolvidos o Polo Industrial e a Zona Franca, em Manaus, que colocam a capital amazonense entre as 10 mais prósperas do Brasil e fertilizam o terreno para que o ecossistema de inovação da região cresça cada vez mais. A maior extensão territorial do Brasil, tem desenvolvido muito seu ecossistema nos últimos anos. Segundo levantamento recente da AbStartups, atualmente são 229 startups mapeadas na região e elas representam 2,5% das startups do país. 

Para saber mais sobre ecossistemas de inovação e suas vertentes, acesse o site do SEBRAE e dê uma olhada na live preparada pela equipe. 

 

Programa Centelha na Região Norte

 

Em sua primeira edição, o Programa Centelha recebeu na Região Norte mais de 1440 ideias inovadoras, entre elas, 35 empresas foram aprovadas, com focos em diversos campos de inovação tecnológica, sendo: ambiental, eletrônica, engenharia entre outros. 

A segunda edição do programa visa evidenciar ainda mais o potencial inovador da Região Norte, aumentando o número de inscritos e de aprovados, assim estimulando o empreendedorismo regional e a integração dos cidadãos com os empreendedores.

Se você tem alguma ideia ou projeto inovador e está sem apoio para começar, O Programa Centelha pode ser o berço para o crescimento da sua ideia! O programa oferece recursos financeiros, bolsas de apoio tecnológico, capacitação e suporte e acesso a comunidade de empreendedores, investidores e mentores para ampliar seu networking. 

Confira no site do Programa Centelha quais estados da Região Norte estão com inscrições abertas e submeta a sua ideia!

Sebrae abre inscrições para Startup Summit 2022

Quinta edição do evento anual do Sebrae será novamente presencial e terá 90 palestrantes, 7 palcos e feira de negócios com 120 startup

O Startup Summit 2022 está com inscrições abertas para sua quinta edição. Neste ano, o evento realizado pelo Sebrae em parceria com a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), será novamente presencial e ocorrerá no CentroSul, na capital catarinense, nos dias 04 e 05 de agosto. O lançamento oficial e início das vendas de ingressos acontecerá no dia 19 de abril, a partir das 9h00.

Nesta edição, o Startup Summit terá 7 palcos e 14 trilhas de conteúdo, que abordam assuntos estratégicos para empreendedores de startups e empresas de alto crescimento, como marketing e vendas, growth, hardware, corporate, investimentos, M&A, cultura e talentos, tecnologia e produto, tendências, entre outros. São previstos mais de 4.000 participantes no evento.  “A quinta edição do evento, sendo a quarta presencial, consolida o Startup Summit como um dos principais eventos nacionais do calendário de empreendedores, investidores e gestores de grandes empresas e agentes da inovação no país”, destaca Luc Pinheiro, Diretor técnico do Sebrae de Santa Catarina.

Outra novidade é um espaço reservado para o programa Capital Empreendedor, do Sebrae, que visa preparar e educar empreendedores e sócios de startups inovadoras para captar recursos e aprimorar seus modelos de negócios. Nele, será possível conectar empreendedores e investidores, fazendo com que o investimento chegue de forma mais rápida às startups.

Serão mais de 90 palestrantes nacionais e internacionais, entre os nomes já confirmados estão Chris Yeh, co-autor do livro Blitzscaling, best-seller do universo das startups,  CEO’s de unicórnios como Florian Hagenbuch (Loft), João Del Valle (Eban), Mônica Hauck (Sólides) e Marcelo Lombardo (Omie).  Além da área de conteúdo, o Startup Summit terá uma feira de negócios com mais de 50 expositores e 120 startups de diferentes estágios de desenvolvimento, desde a fase inicial a marcas consolidadas no mercado.

Além do Sebrae, a ACATE é novamente uma das realizadoras do evento. “Florianópolis e Santa Catarina consolidaram-se como um dos ecossistemas de inovação mais maduros e completos do país nos últimos anos, e eventos como o Startup Summit contribuem diretamente para reforçar nossa posição”, destaca Iomani Engelmann, presidente da entidade catarinense. A Grande Florianópolis reúne 5,8 mil empresas de tecnologia e emprega mais de 31,4 mil colaboradores. É a capital brasileira com maior densidade de startups por habitantes do país.

Neste ano, a ACIF, entidade que reúne os empresários de todos os setores econômicos da capital catarinense, passa a ser realizadora do evento também. O Startup Summit integra a agenda do movimento Floripa Conecta, que reúne diversas iniciativas e eventos ao longo do mês de Agosto na capital catarinense.

Serviço:

O quê: Startup Summit 2022

Quando: 04 e 05 de agosto

Onde: CentroSul, Centro de Convenções de Florianópolis, Av. Gov. Gustavo Richard, 850 – Centro, Florianópolis e no site

Ingressos: www.startupsummit.com.br

Via Dialetto

200 ideias são selecionadas para nova fase do Programa Centelha Alagoas

Das 474 ideias inovadoras submetidas, 200 foram aprovadas para a segunda fase

Na última terça-feira, 05/02, a FAPEAL divulgou a lista final com as 200 ideias aprovadas para a segunda fase do Centelha Alagoas 2, programa de incentivo ao empreendedorismo inovador promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e Fundação CERTI e, em Alagoas, executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL).

A segunda edição do Centelha Alagoas recebeu 474 propostas de negócio na primeira fase, envolvendo mais de 1,3 mil integrantes das equipes.

Ideias Aprovadas

Das 200 ideias inovadoras selecionadas, 78 foram submetidas por proponentes sem vínculo declarado a uma instituição. Estudantes, professores e pesquisadores vinculados a instituições de ensino foram responsáveis pela submissão de 68 das ideias aprovadas. Vinte e oito ideias aprovadas foram submetidas por pessoas vinculadas à administração pública; 21 por proponentes oriundos de empresas de pequeno, médio e grande porte e cinco por proponentes ligados a aceleradoras e incubadoras.

Do total das aprovadas, 28,5% das soluções apresentadas se aplicam ao setor de Tecnologia Social; o setor de de T.I. e Telecom ficou na segunda posição com 12,5% seguido do setor de Inteligência Artificial e Machine Learning com 11%. Em destaque estão ainda os setores de Biotecnologia & Genética e Química & Novos Materiais, ambos com 7,5% do total das ideias aprovadas.

Quanto à distribuição geográfica dos proponentes selecionados, a mesorregião com o maior número de propostas foi o Leste Alagoano com 173 ideias, seguido pelo Agreste Alagoano com 23 ideias e o Sertão Alagoano com 4 ideias. As propostas aprovadas são oriundas de 24 municípios, as cidades com maior número de ideias foram Maceió (153) e Arapiraca (14), ocupando a primeira e a segunda posição respectivamente. Em terceiro lugar estão Marechal Deodoro e Palmeira dos Índios, ambas com 4 ideias aprovadas cada.

Dentre os empreendedores que submeteram os projetos selecionados, mais da metade, 56% já possui ou está cursando uma pós-graduação; 38% estão cursando o ensino superior ou já são formados e 6% possuem ensino médio ou técnico.

Agora os proponentes das 200 ideias terão até o dia 19/04, para submeter o Projeto de Empreendimento, que será avaliado por dois especialistas, assim como na primeira fase.

Na quarta-feira, 13/04 às 10 horas, foi realizado um Webinar online para sanar as dúvidas dos aprovados quanto à próxima fase do programa. O evento foi transmitido no canal do YouTube da FAPEAL e contou com pico de 36 participantes simultâneos. Na ocasião, representaram a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas as Assessoras de Projetos Especiais e Inovação, Juliana Basílio Khalili, Pollyanna Karine da Silva Martins e Mariana Fernandes Jucá, responsáveis pela coordenação e execução do Programa Centelha AL.

 

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico http://www.programacentelha.com.br/al/, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados.

 

Próximos Passos

Na segunda fase os 200 proponentes que foram selecionadas deverão, então, elaborar um projeto de empreendimento, detalhando o plano de negócio executivo com o objetivo de demonstrar as chances da ideia gerar um bom negócio.

A terceira fase – pela qual passam até 100 das propostas ainda em jogo – consiste no desenvolvimento de um projeto de fomento, com apresentação detalhada do orçamento e do planejamento de execução do projeto. Ao longo de todas as etapas são oferecidas capacitações para auxiliar o empreendedor a aprimorar sua ideia e desenvolver seu negócio.

Ao final, até 28 projetos serão contemplados, cada um com R$ 53,3 mil em subvenção econômica, R$ 26 mil por projeto em bolsa de Fomento Tecnológico e Extensão Inovadora, além de outros benefícios oferecidos por parceiros do programa. Ainda, durante seis meses, essas empresas passarão por um processo de pré-incubação com suporte e capacitação para transformar suas ideias em negócios de sucesso.

O Programa Centelha contribuirá para o estabelecimento da ponte entre academia e indústria no Alagoas de forma a transformar ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos estratégicos do estado, já que muitas das ideias vêm de pessoas ainda na universidade, tanto de cursos de graduação como de pós-graduação.

Além disso, o Centelha abre espaço para participação de todos os cidadãos do estado, tanto para inscrever suas ideias como para interagir com os empreendedores e consolida uma forte rede de apoio ao empreendedorismo inovador.

200 ideias são selecionadas para Segunda Fase do Programa Centelha Distrito Federal

Das 331 ideias inovadoras submetidas, 200 foram aprovadas para a segunda fase Na última terça-feira, 05/03, a BIOTIC S/A divulgou a lista final com as 200 ideias aprovadas para a segunda fase do Centelha Distrito Federal, programa de incentivo ao empreendedorismo inovador. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e […]

Dicionário Startupês

Termos e palavras do mundo das startups

Se você está começando sua jornada no mundo do empreendedorismo ou já está com seu negócio andando, saber se comunicar nesse meio é essencial. Pensando nisso, reunimos termos e conceitos usados no mundo das startups, para se dar bem naquela entrevista e até mesmo para submeter uma boa proposta.

 

Aceleradora: de acordo com a ABRAII (Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento), as aceleradoras são empresas que tem, como principal objetivo, apoiar e investir no desenvolvimento e rápido crescimento de startups, auxiliando-as a obter novas rodadas de investimento ou a atingir seu ponto de equilíbrio.

Aporte: todo o investimento feito na empresa. O aporte pode ser tanto econômico (na forma de mentorias, por exemplo) quanto financeiro.

AIOT:  é o acrônimo de duas siglas em inglês AI (Inteligência Artificial) e IOT (Internet das Coisas). A união destas duas tecnologias permite a utilização da Inteligência Artificial para aprender por meio de grandes conjuntos de dados adquiridos pelas informações geradas pelos bilhões de pequenos dispositivos conectados, ou seja, a Internet das Coisas, tornando a máquina capaz de tomar decisões sem a intervenção humana.

B2B: em inglês é a sigla de business to business, ou seja, de negócio para negócio. As empresas que oferecem serviços B2B são aquelas que vendem seus serviços ou produtos para outras empresas.

B2C: a empresa tem como foco o cliente final, business to consumer.

B2B2C: Business to Business to Consumer é o termo utilizado para se referir às transações entre empresas visando a venda para um cliente final. O modelo de negócios B2B2C pode ser encontrado, por exemplo, nos marketplaces, pois o lojista negocia seu produto por meio de um canal de venda terceiro (marketplace) com o objetivo de vender a mercadoria para o consumidor final (cliente).

B2G: esse é o tipo de transação entre empresa e governo, business to government.

Benchmarking: é um processo de comparação de produtos, serviços, práticas empresariais e/ou metodologias com empresas rivais. O benchmarking não é uma simples imitação, mas sim a ação de identificar as melhores práticas utilizadas pelas concorrentes ou similares e adequar as peculiaridades do negócio. Dessa forma, essa ação possibilita a empresa criar e ter ideias novas em cima do que já é realizado.

Bootstrapping: o termo é utilizado quando o próprio empreendedor financia o seu projeto, não conta com o auxílio de nenhum investidor externo.

Branding: é a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa. É o conjunto de ações estratégicas que contribuem para o posicionamento e percepção de valor da marca de uma empresa perante aos seus consumidores.

Break-even:  é o ponto de equilíbrio financeiro. Se refere quando os custos de uma empresa se igualam às suas receitas, ou seja, o ponto que a empresa “se paga”. O lucro, nesse caso, é igual a 0.

Briefing: é o conjunto inicial de informações, dados e instruções necessários para que uma tarefa seja executada.

Budget: significa orçamento empresarial. Normalmente é utilizado no ambiente empresarial para se referir ao orçamento periódico (normalmente anual) feito por uma empresa ou por um departamento de uma empresa.

Burn rate: é a taxa de queima de recursos, geralmente está ligado ao fluxo de caixa negativo. O termo foi atribuído ao segmento de startups para mensurar quanto tempo uma startup passa sem lucrar, desde o começo da empresa até a obtenção sólida de clientes.

Business Model Canvas (ou Canvas): é uma ferramenta de gerenciamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes de forma simples em um único “quadro”. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios.

Business Plan: nada mais é que o plano de negócios da empresa, ou seja, um documento que descreve o que a empresa planeja fazer e como ela irá executar o que foi planejado. Esse documento reúne as principais informações sobre a empresa e seus integrantes, além de incluir um detalhamento do produto ou serviço oferecido. Geralmente é redigido pelo fundador e pode servir como fonte para a apresentação do negócio aos investidores.

Business Intelligence ou BI: é o termo utilizado para se referir ao processo de coletar, organizar, analisar e compartilhar dados de um negócio com objetivo de transformá-los em insights, permitindo embasar as tomadas de decisão e a definição do planejamento estratégico do negócio, além de entender se as decisões tomadas estão trazendo o retorno esperado.22

CAC: Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é um importante indicador de marketing, que traduz o desempenho do negócio em termos financeiros. Para se calcular o CAC basta dividir o valor da soma dos investimentos para adquirir novos clientes pelo número de clientes que foram conquistados em um determinado período.

CEO: Chief Executive Officer significa Diretor Executivo. Se refere ao presidente da empresa ou diretor geral, é o cargo mais alto do nível de hierarquia operacional.

Churn ou Churn Rate: Churn Rate é a métrica utilizada para determinar a perda de clientes de uma empresa que fornece produtos ou serviços no modelo de assinatura mensal (assim como Netflix e Spotify) em um determinado período. Em outras palavras, Churn Rate é a porcentagem de clientes de um negócio que deixam de ser clientes, isto é, deixam de utilizar seus produtos ou serviços, em um determinado período.

Core Business: é um termo em inglês que significa o ponto forte ou a parte central de um negócio. Normalmente é utilizado para definir a estratégia de atuação de uma empresa. Impacta em decisões como, por exemplo, quais partes do negócio podem ser terceirizadas e quais não podem.

Corporate Venture Capital – CVC: é o nome dado ao investimento de empresas (geralmente de grande porte) em negócios nascentes (startups). Trata-se de fundos de investimentos criados por grandes corporações para financiar o desenvolvimento de startups e projetos de pesquisas, com benefícios diretos para ambas as partes.

Coworking: espaço de trabalho compartilhado, um ambiente para trocar experiências com outros empreendedores.

Crowdfunding: esse termo pode ser traduzido como financiamento pela multidão, financiamento colaborativo ou financiamento coletivo. É uma modalidade de investimento onde várias pessoas podem investir pequenas quantias de dinheiro para financiar a realização de um determinado projeto. 

Dashboard ou “painel de bordo”: no ecossistema empreendedor, nada mais é do que um painel visual de indicadores e métricas de um negócio. Esse painel apresenta de forma organizada e centralizada as informações necessárias para tomada de decisão de uma startup ou empresa.

Due Diligence: é o processo de análise que potenciais investidores realizam de maneira a verificar se vale a pena investir em um negócio.

Deadline: é o prazo máximo ou a data limite para a entrega de determinada atividade ou trabalho.

Deal Breaker: durante uma Due Diligence, podem ser identificados problemas que inviabilizam o investimento (passivos trabalhistas, endividamento expressivo, dentre outros). Esses problemas são chamados de Deal Breakers, pois rompem o processo de negociação.

Demoday ou Demo Day: é um evento de exposição de startups que já estão no mercado para investidores. O demo day possibilita oportunidades de geração de novos negócios e networking para as startups e investidores que participam e é também uma oportunidade de aprendizado para quem ainda está começando no universo startupês, que tem a chance de observar a apresentação das startups em fase de tração, bem como sua interação com os investidores presentes.

Design Thinking: é um processo para criação de novas ideias e solução de problemas. Segundo a Endeavor Brasil, é uma abordagem que busca a solução de problemas de forma coletiva e colaborativa, em uma perspectiva de empatia máxima com os interessados. Com isso, as pessoas são colocadas no centro de desenvolvimento do produto – não somente o consumidor final, mas todos os envolvidos na ideia (trabalhos em equipes multidisciplinares são comuns nesse conceito).

Early stage financing: recursos investidos em empresas que estão em fase inicial de desenvolvimento.

Equity: Participação, título, direito, quota, ação. Equity é a representação da parte que uma pessoa física ou jurídica detém de uma empresa da qual é sócia. É representada pela quota (ou cota) nas Empresas Limitadas (Ltdas.), ou pela ação nas Sociedades Anônimas (S.A.).

Escalabilidade: significa crescer, sem que isso influencie na qualidade da entrega ou no modelo de negócios. Crescer em receita e em custos em proporções diferentes. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza. Negócios digitais tendem a ter facilidade em se tornarem escaláveis, pois com um pequeno aumento nos custos conseguem atender milhares de usuários a mais.

Follow-up: é o termo utilizado para se referir ao acompanhamento do andamento de tarefas determinadas em alguma conversa, reunião ou solicitação.

Growth Capital: investimento que a empresa recebe no momento em que já atingiu um estágio mais maduro, já está no mercado e possui uma carteira de clientes.

Hackathon: é uma maratona de programação que consiste em um período de tempo em que várias pessoas se unem para desenvolver um novo produto digital. Pode reunir além de programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de softwares.

Investidor Anjo: investidores privados que além de apoio financeiro, também oferecem conselhos às empresas, sua rede de contatos e seu conhecimento para auxiliar no crescimento das startups.

Incubadora: são instituições que oferecem suporte a empreendedores para que eles possam desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em empreendimentos de sucesso. Para isso, as incubadoras oferecem infraestrutura e suporte gerencial, orientando os empreendedores quanto à gestão do negócio e sua competitividade, entre outras questões essenciais ao desenvolvimento do negócio.

IPO: momento de abertura de capital e entrada na bolsa de valores. A sigla vem do inglês Initial Public Offering, ou seja, uma oferta pública inicial. 

Job to be done: a tradução literal seria “trabalho a ser feito”. Job to be done é o progresso que o cliente quer ter em uma circunstância específica. Assim, o job to be done está relacionado à motivação do cliente para adotar uma solução. Por exemplo, um proprietário de automóvel compra um shampoo para lavá-lo. Qual foi a motivação para a compra do shampoo? Lavar o carro? Não. A motivação foi o progresso que o cliente queria ter, ou seja, manter o carro limpo. Assim, o job to be done não é “lavar o carro”, mas sim, “manter o carro limpo”.

Kick off: é uma expressão oriunda do futebol, que significa “dar o pontapé inicial”. No ambiente empreendedor assume o sentido de dar início a uma atividade, projeto ou reunião. Portanto, quando se fala em uma reunião de kick off se fala na reunião inicial de um projeto.

KPI: é a sigla correspondente a Key Performance Indicator, ou Indicador de Chave de Desempenho, que mede o desempenho de processos específicos de uma empresa para colaborar com o cumprimento de suas metas e objetivos para o futuro. Para uma startup ter sucesso é fundamental que ela defina métricas-chaves e KPIs e monitore seu desenvolvimento.

Lean Startup: criado pelo americano Eric Ries, o conceito “Startup Enxuta” defende a redução dos desperdícios de tempo e recurso nos processos. As Startups Enxutas validam todos os elementos do modelo de negócio a partir da interação direta com os clientes.

Love Capital ou Love Money: trata-se do investimento realizado por familiares e pessoas próximas, geralmente diante de uma análise subjetiva, levando em conta a carga sentimental/emocional.

Meetup: evento ou encontro para debater assuntos, fazer networking e enriquecer o ecossistema de empreendedorismo.

MEI: sigla para Micro Empreendedor Individual, é uma categoria de empresa bastante popular no Brasil em que o empreendedor consegue abrir uma empresa pequena de uma forma mais simplificada.

Mentoria: profissionais de áreas variadas do mercado, geralmente empresários ou empreendedores, que passam o seu conhecimento para negócios nascentes que precisam de algum tipo de aperfeiçoamento.

Modelo de Negócios: trata-se da definição de como a empresa irá gerar e entregar valor para o cliente e, ao mesmo tempo, capturar valor para o negócio.

MVP (Minimum Viable Product): na sua tradução literal significa “mínimo produto viável”, ou seja, um produto/serviço que pode ser comercializado ou que gere ativos que podem viabilizar receitas futuras. Por meio dos feedbacks recebidos na fase de MVP é possível analisar a aceitação dos consumidores antes de se chegar ao produto final.

Networking: é a palavra para rede de contatos. Fazer networking é algo essencial e deve estar presente no cotidiano dos empreendedores.

Pitch: fala breve para apresentar seu negócio a possíveis investidores, por exemplo. Essa fala deve conter os pontos chave para que em pouco tempo seja possível entender o propósito da empresa, produto, mercado e modelo de negócios. A partir dessa breve apresentação o investidor poderá avaliar se sua startup é viável e se merece o seu investimento. Open Innovation: significa inovação aberta e é baseado no conceito de que as empresas devem utilizar ideias desenvolvidas interna e externamente para inovar. Essa metodologia pode ser implementada utilizando a colaboração dos colaboradores de diversos níveis e áreas de uma empresa, bem como parceiros, fornecedores, clientes e usuários.

Pitch: é uma apresentação curta (normalmente de 3 a 5 min), desenvolvida para mostrar aos potenciais investidores ou clientes o projeto de uma startup de forma a despertar seu interesse pelo produto.

Pivotar: um pivô é a mudança de curso da empresa, girar para outra direção. Essa mudança tem como objetivo encontrar maneiras de ajustar o rumo da empresa, testando outras possibilidades. Geralmente as empresas buscam uma outra área de atuação ou um novo modelo de negócios que apresenta melhores resultados.

Report: é o termo utilizado para se referir a um documento que apresenta informações em um formato organizado para um público específico e com um propósito definido. No empreendedorismo, o report é um relatório elaborado com frequência definida (semanal, quinzenal, mensal, anual) para informar os clientes e investidores do andamento da startup.

Roadmap: é uma ferramenta visual e descritiva que indica as etapas de desenvolvimento de um produto ou projeto. Um Roadmap é como um mapa e, na prática, é uma linha do tempo visual com “marcos” (ou milestones em inglês) próximo aos quais são relacionadas as características que fazem parte daquela etapa de desenvolvimento do produto ou projeto.

Seed Money/Seed Capital: o investimento semente é realizado na fase de criação de uma startup, essencial para que seja possível colocar a ideia em prática. Geralmente não são valores muito altos, visto o alto risco envolvido neste tipo de investimento.

Software-as-a-service (SaaS): tipo de serviço em que se utiliza um software.Essa modalidade pode funcionar através da contratação de uma assinatura ou taxa de utilização do software.

Stakeholder: todos os indivíduos que são influenciadores e tomadores de decisão na empresa, sejam eles acionistas, funcionários, fornecedores, governo, clientes, entre outros.

Startups: de acordo com Steve Blank, uma startup é uma organização temporária usada para descobrir um modelo de negócios repetitivo e escalável.

Spin-off: é a formação de um novo negócio com base em inovações ou produtos criados por uma empresa-mãe. Normalmente, os primeiros funcionários de uma spin-off atuaram na empresa-mãe durante o desenvolvimento do projeto.

Summit: originalmente tem como significado um importante encontro formal entre líderes de governos de dois ou mais países, porém no universo das statups, é utilizada para se referir a eventos em que há a presença de grandes nomes do empreendedorismo e/ou eventos de encontro anual de uma comunidade de startups.

Ticket Médio: é o valor médio das vendas de um determinado produto ou serviço, obtido pela divisão do valor total das vendas, em determinado período pelo número de vendas efetuadas no período.

Tração: Tração, do inglês, traction, é a evidência quantitativa de que uma startup tem mercado, é a prova de que alguém quer o produto ou serviço oferecido. As formas mais comuns de se provar tração são: rentabilidade, receitas, usuários ativos e usuários registrados

Turnover: no ambiente empresarial significa rotatividade de mão de obra. Esse termo também pode ser utilizado no universo startupês para se referir ao Contrato de Mútuo, mais especificamente, para se referir ao ato do investidor anjo converter a dívida em participação societária na startup.

Unicórnios: são empresas que possuem crescimento rápido e se destacam no mundo dos negócios.O valor dessas empresas no mercado é de mais de US $1 bilhão antes de abrir o capital em bolsa de valores.

Validação: validação de uma ideia, hipótese ou modelo de negócio significa fazer um teste dos conceitos que se pressupõe que sejam verdade. Uma forma bastante comum de se validar uma ideia de negócio é utilizando um MVP (mínimo produto viável). Usualmente se realiza uma pré-validação no formato de pesquisa, seja ela qualitativa ou quantitativa.

Valor de mercado: é o valor atribuído a uma empresa ou projeto. Geralmente esse valor é atribuído pelos investidores.

Valuation: é o cálculo do valor do negócio. Caso a empresa venha a ser vendida é necessário saber o valor que ela tem no mercado.

Venture Capital: de acordo com a Endeavor, Venture Capital (VC) é o nome usado para descrever todas as classes de investidores de risco. Mesmo assim, em geral, os fundos de venture capital investem em empresas de médio porte, que já tem um faturamento expressivo, mas que ainda precisam dar um salto de crescimento. Com o investimento, o objetivo é ajudar essas empresas a expandir e alcançar o seu potencial máximo.

Webinar: é o termo realizado para se referir a conferências, reuniões ou seminários realizados online em vídeo, gravado ou ao vivo, na qual uma ou mais pessoas realizam a apresentação e as outras assistem e interagem via um chat que é disponibilizado.

Workshop: é um evento educativo que se assemelha a uma oficina no qual pessoas interessadas em aprender um determinado conhecimento obtêm o conhecimento por meio de um instrutor, moderador ou facilitador que conduz o aprendizado por meio de atividades práticas com interação entre os participantes.

Fonte: Sinapse da Inovação e Dicionário Startupês você pode conferir na integra clicando aqui

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6 tecnologias para empresas diminuírem o impacto sobre o meio ambiente

Celebrado em 16 de março, o Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas reforça a reflexão sobre o papel da iniciativa privada para um planeta mais sustentável

No dia 16 de março é celebrado o Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas. A data reforça a reflexão sobre o impacto das empresas privadas no meio ambiente e incentiva a discussão sobre as medidas que podem ser tomadas para mitigar os efeitos do clima. Ao todo, são 17 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODSs, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para cumprir o plano de ação da Agenda 2030, compromisso global assumido em 2015 por 193 países, incluindo o Brasil.

Atingir as metas definidas, que vão desde medidas contra a mudança global do clima até a erradicação da pobreza, há muito deixou de ser um plano para o futuro e passou a ser uma corrida contra o tempo. O guia de ações envolve toda a comunidade internacional e as empresas privadas desempenham um papel essencial para colocar o mundo em um caminho mais sustentável. Tecnologias como gestão de fatura de energia elétrica, softwares mais inteligentes para entrega e transporte e ferramentas de digitalização para diminuir o uso de papel são algumas das saídas que podem ser utilizadas. Confira algumas das soluções que já estão sendo usadas por organizações para diminuir os impactos ambientais:

Tecnologia para reduzir e otimizar o consumo de energia elétrica

Quando se trata do meio ambiente, a energia é um dos pontos mais sensíveis. O consumo insustentável pelas empresas acende o alerta sobre a necessidade de adotar novas tecnologias inteligentes, que ajudem a otimizar o consumo de energia elétrica. Para Frederico Perillo, gestor de Produtos da Way2, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para gerenciamento de energia, investir em ações para reduzir o consumo e apostar em fontes renováveis são ações imprescindíveis. “O primeiro passo para iniciar essa gestão é identificar os processos e recursos que têm alto consumo nas operações do negócio, além dos pontos de ineficiência energética que podem ser sanados”, alerta Perillo.

Para o engenheiro, a necessidade de adoção de tecnologias e dispositivos inovadores torna-se natural em uma operação voltada para eficiência. “É possível usar ferramentas para analisar histórico de faturas, por exemplo, e identificar desperdícios, evitar pagamento de multas e excedentes. Com isso, gestores podem implementar os primeiros ajustes, seja no contrato de fornecimento de energia, seja no consumo. Ou seja, uma gestão automatizada das faturas pode ajudar a identificar e planejar ações rápidas que darão um retorno imediato para os grandes consumidores de energia”.

Solução sustentável para usinas hidrelétricas

Do outro lado, na produção de energia elétrica, também já existem soluções pensando em trazer mais sustentabilidade para a operação. Recentemente, a REIVAX, multinacional brasileira líder no fornecimento de equipamentos para geração de energia, e a CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no país, desenvolveram um sistema para regulação de velocidade de pequenas turbinas que utiliza ar comprimido em vez de óleo.

“É um sistema simples, acessível e sustentável, que diminui a produção de resíduos químicos e gera uma operação limpa. Outras vantagens são os custos de aquisição, que são cerca de 45% menores do que os equipamentos hidráulicos convencionais, instalação mais simples e diminuição da necessidade de manutenções”, explica Leonardo Weiss, coordenador do projeto pela REIVAX.

O sistema já foi testado em um grupo auxiliar da Usina Salto Grande, que fica entre os municípios de Salto Grande (SP) e Cambará (PR). Os resultados preliminares mostraram que o protótipo foi capaz de suportar as condições operacionais normalmente previstas em unidades geradoras de pequeno porte. A solução está passando por um período de monitoramento e avaliação de desempenho, e deve ser comercializada ainda este ano.

Abordagens mais verdes e inteligentes sobre entrega e transporte 

Com o aumento das vendas online, o impacto da cadeia de suprimentos no meio ambiente também precisa ser um ponto de atenção das empresas. A maioria das marcas que oferece canais de venda direta ao consumidor não tem a capacidade de permitir que o cliente agregue pedidos em um período de vários dias ou altere um pedido além de um período de arrependimento de 30 a 60 minutos. Ou seja, após clicar no botão de compra e concluir a transação, não é possível mais alterar, cancelar ou mesmo adicionar nada ao pedido. Essa inflexibilidade faz com que as compras acabem sendo entregues por várias transportadoras diferentes.

Com recursos oferecidos por tecnologia de soluções de gestão de pedidos, ponto de venda e engajamento do cliente, há uma maneira mais inteligente de gerenciar as operações. De acordo com Marco Beczkowski, diretor de Vendas e CS da Manhattan Associates Brasil,  líder mundial em soluções para a cadeia de suprimentos, essa tecnologia de gerenciamento de pedidos cria um pedido com status de rascunho quando ele ainda está no armazém, permitindo que o cliente faça mudanças e adições, até o momento em que vai para o caminhão. “Isso ajuda a eliminar o excesso de ofertas de entrega, junto com materiais de proteção e embalagem associados a vários pedidos menores; além da pegada de carbono do processo de devolução”.

Assinatura digital ajuda a eliminar uso de papel nas empresas

O papel é responsável por 50% dos resíduos gerados por empresas no mundo, de acordo com estudo da The World Count. Para reduzir esse consumo e tornar os processos mais sustentáveis, muitas empresas estão investindo em digitalização. Soluções como as da BRy Tecnologia, que permitem fazer assinatura de documentos de forma digital com agilidade e segurança, ajudam a resolver esse desafio.  As soluções de certificação digital e carimbo do tempo da empresa permitem assinar documentos e obter a mesma validade jurídica dos documentos em papel, sem os impactos ao meio ambiente e com muito mais segurança. Em 2019, as soluções da organização registraram mais de 566 milhões de assinaturas digitais e, com isso, pouparam 283 milhões de kg de lixo, 69 bilhões de litros de água, 3 bilhões de toneladas de CO2 que deixaram de ser emitidas e 56 milhões de árvores.

Redução da pegada de carbono ao reduzir deslocamentos desnecessários

Reduzir deslocamentos com meios de transporte movidos por combustíveis fósseis é uma das atitudes mais lembradas quando o assunto é diminuir a pegada de carbono. A adoção do modelo de trabalho híbrido faz parte da tendência de desenvolver nas companhias processos e rotinas mais ambientalmente sustentáveis. A migração para o híbrido, porém, precisa ser feita com segurança, organização e assertividade: a gestão ativa do modelo garante economia para a empresa, manutenção da produtividade, e flexibilidade para os colaboradores. É aí que entra a Desko, plataforma de gestão do workplace que já é líder de mercado no Brasil. Por meio da tecnologia, é possível fazer reserva de estações de trabalho, salas de reunião, lockers e vagas de estacionamento no escritório físico, fazendo um controle em tempo real da ocupação do espaço.

“A possibilidade de redução da pegada de carbono chama atenção em um mundo onde, cada vez mais, os clientes estão atentos à sustentabilidade das empresas que fornecem os produtos e serviços que eles consomem”, comenta Fernando Gorguet, Head de Global Sales da Desko. “Empresas que não modernizarem suas jornadas de trabalho correm o risco de ficar para trás.”

Agronegócio mais sustentável e eficiente

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), nos últimos 50 anos, o agronegócio foi responsável por duplicar a emissão de gases do efeito estufa. A tecnologia, no entanto, tem potencial de ser uma das protagonistas na mudança deste cenário. Ferramentas de agricultura de precisão, por exemplo, permitem um controle avançado sobre as máquinas agrícolas, com sistemas como piloto automático, aplicações controladas de pulverizadores, otimização de tráfego e alocação de frotas. Segundo levantamentos feitos pela divisão de Agricultura da Hexagon, que desenvolve soluções digitais para o campo e a floresta, tecnologias para a aplicação de herbicidas podem reduzir em até 25% o uso de agroquímicos em uma operação agrícola.

Uma logística automatizada, por sua vez, permite que as máquinas se desloquem menos e de forma mais eficiente. “O planejamento detalhado das operações aliado a ferramentas de monitoramento de frotas pode gerar economias de 10% de combustível pela otimização do processo”, explica Bernardo de Castro, presidente da divisão. Estima-se que, em 2020, aproximadamente 500 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂) deixaram de ser liberadas no meio ambiente por conta do uso de tecnologias da Hexagon em cerca de 8 bilhões de hectares de fazendas ao redor do mundo.

Via Dialetto